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As fotos da viagem ficaram bem mais ou menos

1 de outubro de 2019

Faz tempo que quero voltar a postar aqui no blog, falar sobre essa viagem e sobre tantas outras coisas, mas tenho a sensação de que quanto mais tempo passa, mais difícil fica de escrever algo aqui. Também sou daquelas que acredita que ninguém mais lê blogs hoje em dia, até porque nem eu leio mais tantos blogs assim como antigamente... Só que a vontade de escrever é enorme, e mesmo que ninguém mais leia, não consigo ignorar isso. Depois de um empurrãozinho de umas amigas muito queridas, cá estou.

Começando a postar com essa viagem, a minha primeira para a 'MURICA! aos Estados Unidos que, veja só, foi em junho de 2018! Fui com meu namorado, nos encontramos com a família dele lá e fizemos meio que uma road trip por umas três semanas.


O primeiro trecho foi Recife → Miami, e apesar de ter sido só uma escala, temo ter conhecido praticamente todos os banheiros do aeroporto de Miami. Momento sincericídio: Veja só, foi bem na época que tinha decidido diminuir o consumo de carne e de produtos de origem animal, daí pedi uma refeição vegana na Gol. Eis que veio uma comida de caráter bem duvidoso: algo que me lembrava um bolinho de grão de bico frito (mas até hoje não tenho certeza), frutas e legumes murchos, frios e sem gosto. O que me salvou foram as bolachas e o pãozinho!


À esquerda: o mar em Miami. À direita: o Rio Colorado, já no estado de Nevada, próximo à Reserva Hoover, mas não tenho certeza so don't quote me on that.

Depois do aperto e de filas quilométricas na alfândega, pegamos uma conexão para Las Vegas, o primeiro destino da viagem. Deixamos as malas no hotel, compramos os chips de telefonia móvel e fomos comer num restaurante japonês próximo (onde falhei imediatamente com os meus planos de não comer nada de origem animal durante a viagem), já pelas 16h da tarde, verde de fome e cansada. Voltamos ao hotel só para dar um cochilinho e podermos sair à noite descansados... Mas fomos acordar quando já era quase meia noite, na verdade nem me lembro se jantei, só de voltar a dormir!


Das coisas que aprendi durante a viagem #1: Nunca confie quando disserem que "ah, arde só um pouquinho". Esse "pouquinho" é muito forte para quem não tem costume de comer coisas apimentadas!

Nos dois dias seguintes, fomos conhecer um pouco mais da cidade, e aí as minhas impressões foram se formando: que lugar mais brega! Haha, parece que estou falando mal, mas é tipo um brega chique, um brega divertido. Você tem que aceitar o brega, abraçar o brega, se tornar o brega. Não posso afirmar nada sobre a cidade além do que vi, que se resumiu basicamente à parte próxima à avenida principal, The Strip, onde ficam aqueles hotéis e cassinos famosos e luxuosos, mas Las Vegas passou muito a impressão de ser um enorme parque de diversões para adultos (bem brega e fake, só para reforçar).

Saímos andando e entrando pelos hotéis-cassinos para conhecê-los, tipo o Bellagio, onde foram filmadas cenas do filme Onze Homens e um Segredo. Além do famoso show das fontes na frente do hotel, é também conhecido pelo Jardim Botânico e Conservatório, que até o momento de escrever essa postagem, eu jurava que era decorado com flores falsas. Sério, de início eu achei o lugar fantástico, mas fui chegando mais perto e olhando as flores e elas pareciam todas tão perfeitinhas que eu passei a achar que só podiam ser falsas, haha. De acordo com esse site aqui, são naturais mesmo, o que torna tudo mais incrível ainda. A equipe responsável pelo jardim muda tudo cinco vezes ao ano de acordo com temas, tipo as estações do ano e o ano novo chinês. As flores são trazidas de vários lugares ao redor do mundo e ficam sob os cuidados de mais de 150 horticultores, 24 horas por dia! E aí, qualquer florzinha fora do padrão é removida e substituída por uma que se encaixe melhor, o que com certeza deu esse ar de fake para mim.



E aí você está andando sob o sol quente por essa avenida que, apesar de ter só uns 7 km de extensão, parece ser infinita, quando de repente, pá!, se depara com uma cópia da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo. É o Hotel Paris Las Vegas, que dá pra enganar seus amigos e fingir que, sim, você está na França e deixá-los curiosos (não que eu tenha feito isso...).

Além desse, Las Vegas tem vários hotéis temáticos, com réplicas de pontos turísticos famosos, tipo o Caeser's Palace, um dos mais antigos da cidade, com estátuas, colunas e ícones relacionados a Roma Antiga. Já foi cenário de vários filmes tipo Rocky III, Rain Man e Se Beber, Não Case, mas para mim o destaque, definitivamente, foi ter sido o lugar onde o Joey trabalhou como gladiador no final da quinta temporada de Friends, no episódio Aquele em Vegas.

Outro hotel temático e que, no meu ranking imaginário, ganhou o prêmio do lugar mais "brega luxuoso" foi o The Venetian. Inspirado em Veneza, na Itália, o hotel tem réplicas de lugares como o Palácio Ducal, a Piazza San Marco, e da estátua do Leão de Veneza, entre outros pontos turísticos (que não reconheci porque nunca fui na Veneza de verdade... ainda!). E não é só isso, se você quiser fazer um passeio de gôndola com um gondoleiro cantando em italiano sob um céu eternamente ensolarado com algumas nuvens (por que sim, o céu também é fake), é só desembolsar U$39 dólares por 10-13 minutos de passeio.


Sim, o céu dessas últimas fotos era fake! Já nas fotos de baixo o sol de 38°C não era nada fake e pegamos uma bela fila para tirar fotos na frente desse letreiro icônico, que ficava no início da Las Vegas Boulevard/The Strip.


Coisas que eu achei: Las Vegas pareceu ser um lugar extremamente divertido, mas definitivamente não é a minha praia. Não acho que eu tenha o perfil de quem curte essa vibe de festa eterna, mas admito também que conheci muito pouco do lugar e deve ter um monte de coisas para fazer que sejam mais a minha cara. Caso eu passe por lá mais uma vez, vou fazer questão de ver um espetáculo do Cirque du Soleil e de tentar visitar o Grand Canyon, nem que seja num bate e volta.

De lá, alugamos um carro e fomos para a California, subindo de Los Angeles até São Franscico e passando pela Big Sur, mas fica para outra postagem!

You care about what other people think because you're afraid one day they will see you the way you see yourself

22 de novembro de 2018

Em algum ponto da Highway 1, na Califórnia.

Passei os últimos meses me perguntando se deveria ou não deletar esse blog e, por um tempo, achei que o melhor fosse mesmo dar fim a essa coisa toda. Mas quando o dia de renovar o domínio chegou, eu simplesmente não consegui deletá-lo e venho desde então tentando juntar coragem para voltar a escrever por aqui. Muitas coisas aconteceram nesse último ano e, ao mesmo tempo, parece que minha vida continua a mesma desde que postei aqui pela última vez.

Esse foi mais um ano cheio de altos e baixos, de dias tristes, de ansiedade intensa, de chorar até os olhos ficarem inchados, de passar horas deitada na cama sem conseguir dormir. Foi também o ano em que eu fiz a minha primeira road trip pelos Estados Unidos, comecei um emprego novo (mesmo que não tenha durado por muito tempo), saí totalmente da minha zona de conforto, comecei novas amizades, experimentei coisas novas e tentei entender mais sobre quem eu sou e qual o meu papel no mundo.

Por volta dos 25, quando eu comecei a entrar nessa crise, no fundo, no fundo, eu acreditava que seria apenas mais uma fase curta, daquelas que todo mundo acaba passando um dia na vida, e logo as coisas iriam se arranjar. Hoje, vejo mais como um estado de permanência que necessita de um esforço concertado para que eu possa superar. Tentei mudar minhas rotinas destrutivas, entrei na academia, fui à nutricionista, comecei uma dieta vegetariana, passei a meditar antes de dormir. Mas é tão difícil fazer as coisas vingarem, de manter uma rotina saudável e... de se aceitar.

E acho que esse é o maior motivo de nunca mais ter aparecido por aqui e de ter sumido também da vida "real". Acreditei tão fortemente que ninguém gostaria da companhia de uma pessoa tão negativa como eu que preferi me ausentar do que fazer as pessoas se afastarem ativamente por perceberem que não suportam mais minha presença. O meu humor auto-depreciativo consegue ser engraçadinho no início, mas depois de um tempo passa a ser desconcertante.

Não sei exatamente qual o objetivo dessa postagem. Sei que venho tendo cada vez mais vontade de voltar a escrever por aqui, de publicar os textos que deixei em rascunho por causa da ansiedade, de tirar do papel as centenas de ideias que tenho anotado e de, talvez, não levar as coisas assim tão a sério.

O que estou lendo no momento | Julho 2017

18 de julho de 2017


Esse já é o segundo ano seguido em que eu nem sequer tentei começar um Desafio Literário. No início, eu pensei que fosse só mais uma fase daquelas, sabe, em que você não está com tanta vontade assim de ler, então passa umas semanas ou um mês ou outro sem pegar num livro. Antigamente, a vontade sempre voltava, como se eu apenas estivesse dando umas férias mentais para embarcar em novas histórias. Mas agora é diferente, há mais de ano que mal pego num livro para ler que não seja algo voltado para a faculdade.

Primeiro, achei que fosse um pouco de culpa por ter tantas coisas para ler dentro do que estudo na faculdade, mas hoje vejo que é diferente. Demorei para perceber isso, mas acredito que foi a Internet que tirou de mim o meu poder de concentração. Já não consigo mais ter paciência para ler textos muito longos ou coisas que não vão direto ao ponto. E isso não se estende apenas a livros, também não tenho tido muita paciência em ver filmes, séries ou até mesmo vídeos no Youtube que sejam mais extensos (eu acabo aumentando a velocidade desses últimos se puder entender o que a pessoa está falando!). E ao perceber isso eu me dei conta de como isso me faz mal.

Decidi fazer um esforço concentrado em desacelerar. Não querer consumir as coisas num ritmo desenfreado, porque não vai dar tempo de ver tudo ou porque eu não tenho tempo, quando na verdade eu tenho tempo suficiente, só não sei administrá-lo. Ainda continuo sem conseguir ler um único livro de cada vez, mas eu sempre fui assim, então não acho que isso seja algo que eu consiga mudar ou nem que precisa ser mudado, então resolvi pegar de volta algumas (das várias) leituras que tinha abandonado, que são estas a seguir:

Desenhando Com o Lado Direito do Cérebro

Por Betty Edwards • Ediouro • 299 páginas

Eu sempre quis aprender a desenhar de verdade e, pesquisando sobre livros para iniciantes, esse apareceu várias vezes. Quando parei de ler, ainda estava no início, lá pela página 50, mas lembro-me de ter gostado muito do que li. É sobre como qualquer pessoa pode adquirir a habilidade de desenhar, mesmo que nunca tenho desenhado nada na vida. Assim, desenhar bem não seria um dom divino, e sim um aprofundamento da percepção artística. A autora fala ainda sobre pesquisas relacionadas ao cérebro, sobre técnicas de desenho, e exercícios com explicações e exemplos.

Vivian Contra o Apocalipse

Por Katie Coyle • Agir Now • 325 páginas

Ganhei esse livro de presente e achei a premissa legal. É um Young Adult de distopia, mas diferente dos que eu estou acostumada a ler, não possui um Estado ditatorial nem uma epidemia viral que acaba transformado a população em zumbis. O livro acompanha a vida de Vivian Apple, uma adolescente americana de 17 anos cujos pais se tornaram devotos de uma Igreja que acredita que o fim do mundo está próximo, com o dia do “Arrebatamento” marcado. Ela não aguenta esperar que esse dia passe e nada aconteça, e seus pais e sua vida voltem ao normal. O problema é que quando ela chega em casa no dia seguinte do suposto arrebatamento, ela descobre que seus pais sumiram e deixaram apenas dois buracos no teto. É um premissa tão interessante, ainda estou no comecinho, mas muito empolgada com a história!

Outros Jeitos de Usar a Boca

Por Rupi Kaur • Planeta do Brasil • 208 páginas

Um livro que minha irmã comprou e eu peguei emprestado, que já vendeu mais de um milhão de cópias num só ano e passou mais de 40 semanas na lista de best sellers do New York Times, o que é muito curioso por se tratar de um livro de poesia! Com uma linguagem direta, Outros Jeitos de Usar a Boca é dividido em quatro partes sobre a condição de ser mulher nos dias de hoje: a dor, o amor, a ruptura, e a cura. É um livro que dá para ler numa única sentada, mas prefiro ler aos poucos, alguns poemas por dia. A autora também fez as ilustrações minimalistas encontradas nas páginas do livro, que eu já tive até vontade de tatuar no corpo (mas, por enquanto, só vontade mesmo). Dá pra seguir o perfil dessa mulher maravilhosa e acompanhar suas postagens aqui.


E vocês, também vêm tendo problemas de concentração para ler nessa era da Internet?

Cursos de corte e costura em Recife (e região)

17 de julho de 2017


Antes mesmo de pensar em estudar Design de Moda, eu já queria aprender a costurar. Lá por volta de 2012, fiz um curso básico de corte e costura no Instituto da Costura e consegui esquecer tudo o que aprendi durante os quase quatro meses de aula logo em seguida, heh... Depois que entrei na faculdade, ainda tive duas disciplinas de Tecnologia da Confecção (e outras de modelagem: plana, tridimensional e computadorizada) e, por mais que eu consiga seguir as técnicas básicas dos livros, costurar bem é definitivamente algo que você só aprende mesmo praticando bem muito!

Estes são os cursos que conheço em Recife (e região metropolitana).

Senac - Unidade de Imagem Pessoal

Além do curso de Costureiro, o Senac também oferece vários outros, como de Modelagem Básica, Modelagem Confecção de Moda Praia, Moulage, Styling e Produção de moda, mas no momento em que escrevo o post, não há turmas abertas, então é bom ficar sempre de olho no site.

Costureiro
Esse é um curso que eu gostaria muito de fazer e sei que é bastante concorrido, pois sempre que ligo nunca tem mais vagas. Hoje, ele está com uma turma aberta com início dia 02/10/2017 e termino dia 20/12/17.

Carga Horária: 212h
Horário: 08:00 às 12:00 | Segunda à sexta
Valor Total: R$ 1560,00 (4x no boleto bancário; 12x no cartão de crédito com 10% de desconto; ou à vista, com 15% de desconto)
Contato: (81) 3413.6697 / 6686
Onde: Av. Visconde de Suassuna, 440, Santo Amaro

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Instituto da Costura

Cursos:
  • Costura Industrial
  • Modelagem Industrial
  • Especialização em Modelagem Feminina
  • Modelagem Infanto Juvenil
  • Corte e Costura Básico
  • Corte e Costura Infanto Juvenil
  • Corte e Costura em Malha
  • Corte e Costura Moda Praia, Íntima e Fitness
  • Desenho de Moda
  • Confecção de Bolsas
Duração: cada curso dura 8 meses e a mensalidade é a mesma, material incluso. É preciso ligar para saber os valores.
Onde: Av. Dantas Barreto, n°: 324, Sobreloja do Edifício Pernambuco – Santo Antônio. Próximo a Pracinha do Diário e em frente ao Edifício JK, antigo prédio do INSS.
Contato: (81) 3424-9046

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Casa 208

Além desses cursos, a Casa 208 oferece workshops com temas como Coloração pessoal, silhueta e Definição de estilo e identidade visual, entre outros. A professora Izabel Carvalho também tem uma formação bem interessante, que dá para conferir aqui nesse link aqui!

Cursos:
  • Consultoria de Imagem
  • Corte e Costura Individual
  • Modelagem Plana Feminina
  • Tecidos e Aplicações no Vestuário
Contato: (81) 3032.3321 | 9 8280.4772
Email: contato@casa208.com | Site: www.casa208.com

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Studio A - Cursos de Moda

A professora Elaine Nascimento é formada em Design de Moda pela Faculdade Senac/PE, e já deu aulas no Instituto da Costura, no curso de Corte e Costura Básica.

Cursos:
  • Corte e Costura Básico: Aprende a confeccionar 10 peças do vestuário feminino. Custo de R$ 960,00 reais (material incluso)
  • Modelagem Básica: Aprende a fazer moldes de saias, blusas, calças, vestidos, macacões e uma camisa masculina.
Onde: Av. Bernando Vieira de Melo, 1472 - Sala 11, Piedade - Jaboatão dos Guararapes. Próximo a Caixa Econômica - Galeria Júlio Rosa
Contato: (81) 9 95061494 | 9 84594590


Quando eu descobrir mais outros cursos, vou adicionando aqui!
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